O fim do mundo.

Caros leitores. Quando acordei e pensei no post de hoje, estava no mau humor característico de quintas-feiras matinais. Nada melhor, então, do que falar de coisas cataclísmicas, tenebrosas, sombrias. E não estou dizendo sobre a possibilidade de mais um Big Brother Brasil ano que vem, tão pouco um ensaio sensual com Dilma Rousseff. Prometo não pegar tão pesado assim com vocês. Só vou falar do “FIM DO MUNDO” mesmo.
Me lembro de quando eu era pequeno. Meu maior medo era que uma nave violentamente imensa viesse pra Terra, despejasse um cardume extraterrestres (eles são peixes, ora cardume) e, com seus raios LASER, dizimassem o mundo para transformar a Terra num playground espacial. Quando assisti pela primeira vez aquele filme Vulcano: A Fúria (Tommy Lee Jones quebrando tudo), eu fiquei uns dias dormindo mal com um puta medo da minha cidade (Marília/SP) abrir no meio e uma rio de lava queimar tudo.
Hoje o mundo está tão errado que os nossos Super-Heróis são do controle de zoonoses! O funcionário Silva, que usa um jalequinho puído e uma pranchetinha na mão, caçando os tenebrosos porcos jupterianos, que são ajudados por nem mais nem menos que OS PIRATAS DA SOMÁLIA! Do que nossos filhos terão medo no futuro? Bolachas Cream Cracker, bolas de futebol, carrinhos de brinquedo.
E já esclareço: eu tenho medo de aranha. 8 patas, 8 olhos. Isso é o monstro do Capeta! Agora imagina com gripe! Vixxxx maria…

Será que é culpa minha? Tumbalacatumba tumba tá!





























